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Seja onde e quando for

Um blog pessoal de uma tetracampeã, mas que não é só sobre desporto. Convido-vos a ler.

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A minha primeira visita à Livraria Lello

Quem vai ao Porto e não visita a Livraria Lello, é o mesmo que ir a Roma e não ver o papa. Digo, com toda a certeza do mundo, que é a livraria mais bonita que alguma vez visitei na vida. Não é que eu já tenha entrado em todas as livrarias deste mundo, mas vai ser difícil superar. Além disso, é nossa, é portuguesa.

Se, tal como eu, vocês são daqueles fãs do Harry Potter, que já leram os livros e viram os filmes todos e até beijavam o chão por onde a J.K.Rowling passasse, aconselho-vos a entraram na Livraria Lello. No entanto, esta livraria não é só emblemática por causa do Harry Potter. Não, não tem mesmo nada a ver. Claro que inspirou a autora, claro que ela se baseou muito nesta livraria. As escadas (foto abaixo), por exemplo, são muito parecidas com as escadas do castelo de Hogwarts. Quando lá entramos conseguimos reparar em muita coisa semelhante. E para um fã do Harry Potter aquilo é maravilhoso. Mas esta livraria já existe desde 1869, está muito ligada (desde sempre) às artes, à literatura e a diversas culturas. Para além disso, conta com várias presenças de autores conhecidos na livraria. Não é só por causa do Harry Potter que ela é conhecida.

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Quando lá estive não esperei muito tempo na fila, o dia estava bom e eu estava com paciência. No entanto, quando entrei lá dentro a quantidade de pessoas quase me fez sufocar. É muita gente dentro de um espaço. Aquilo ainda é grande, mas as pessoas conseguem "pintar" toda aquela livraria nos dois pisos. Fica difícil passar nos corredores e subir as escadas. Acho que no futuro devem controlar melhor a entrada das pessoas, prefiro esperar mais tempo na fila e ter espaço para andar e ver tudo como deve ser.

Mas adorei a experiência. Não me arrependo de ter pago 4€ pela entrada, nem de quase ter sido esmagada nos corredores. Foi maravilhoso. Ver aquelas estantes cheias de livros, para todos os gostos e estilos literários. O meu olhar colava-se em cada parede e em cada estante, parece ser tudo tão trabalhado e simples ao mesmo tempo. É difícil explicar, não há palavras.

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Onde se compra o bilhete tem um espaço dedicado a Harry Potter, como podem ver nas fotos abaixo. Cheio de funko pops e coisas que só apetece comprar e levar para casa.

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Confesso que fui a esta livraria pela minha paixão por Harry Potter e, talvez, se fechasse os olhos poderia imaginar-me em Hogwarts. É realmente mágica. Aconselho!

Até à próxima! 

 

P.S.: O valor do bilhete de entrada pode ser descontado num livro. 

Praia no inverno

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Passar algum tempo na praia dá sempre vida e energia a toda a gente. O que mais gostava era de viver à beira da praia, dar uma caminhada matinal e aproveitar o resto do dia. Mas como não sou rica e o tempo é pouco, uma pessoa tem de optar por outros caminhos.

Dar um saltinho à praia no inverno é qualquer coisa de maravilhoso. Obviamente que não troco a praia no verão por nada, mas gosto sempre de passar por lá nesta altura do ano. Além disso, existem inúmeras vantagens de ir à praia no inverno: elas estão quase vazias e não há nada mais agradável do que isso; o trânsito não existe e tudo fica muito mais acessível; e não há nada melhor do que apreciar as paisagens porque quando a praia está à pinha, é impossível olhar seja para onde for.

Aconselho é a verem a meteorologia antes de se menterem ao caminho, porque também não é muito agradável gastarmos gasolina e estar a chover ou assim.

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Bom resto de semana 

As melhores paisagens que fotografei em 2017

Estava aqui eu sem ideias para um post nesta segunda-feira disfarçada de terça, porque a semana é mais curta e deparei-me com a pergunta na abertura do blog "Qual foi a paisagem mais deslumbrante que fotografou em 2017?". 

E não me vou pôr com coisas, eu adoro viajar para fora do meu país. Gosto mesmo de conhecer culturas que não a nossa, lugares que não os nossos. E já sei que me vão dizer que há sítios lindos em Portugal e que não precisamos de sair do nosso país para ver paisagens e lugares maravilhosos. Mas adivinhem? Eu sei isso tudo! E não é por gostar tanto de viajar para fora do meu país que gosto menos de Portugal. Antes pelo contrário, cada vez que viajo gosto mais do lugar onde vivo.

E é por essa razão que escolhi várias fotos da minha autoria de paisagens portuguesas e vou partilhar com vocês. Porque tenho realmente muito orgulho do nosso país e cada vez tenho mais a certeza que lugar mais bonito não há!

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Eu adoro fotografar e, por isso, convido-vos a passar por esta página, onde mostro um bocadinho mais desta minha paixão.

Boa semana! 

Viagem pela realidade

Durante a semana passada consegui visitar alguma da realidade que me rodeava. Toda a gente sabe que fomos vítimas de uma tragédia nos últimos dias: dezenas de pessoas morreram, dezenas de pessoas ficaram feridas e foram milhares os prejuízos que os incêndios causaram.

O que vi ao longo desta minha viagem foi como a paisagem de um lado é de um verde maravilhoso e do outro é de um castanho tão sem vida. Vemos isso no São Bento da Porta Aberta.

 

A vista de um lado

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 A vista do outro lado

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No entanto, não fiquei por aqui. E a "paisagem" que mais me surpreendeu pela negativa foi no Santuário do Sameiro. Desde pequenina que me lembro das estradas que passava para chegar ao Santuário e depois das estradas que me levavam até casa. O monte da estrada da Falperra estava completamente ardido, não sobrou uma única árvore. Foi devastador a forma como tudo aconteceu e continua a ser devastador passar por lá. Ainda cheira a queimado, uma semana depois e ainda continua a cheirar a queimado. Deparei-me com isto...

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 (Como estava a filmar, não consegui fotografar grande coisa, mas acho que dá para perceber.)

 

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(Fica aqui também a vista para o monte do Santuário do Sameiro)

 

O brilho verde perdeu-se e foi substituído por um mar de castanho intenso. Não consigo arranjar mais palavras para descrever tudo isto. É demasiado devastador.

Mais sobre mim

Chamo-me Daniela. Pertenço ao grupo das pessoas que não gostam do primeiro nome. Tenho 24 anos.

Ainda não sou casada e não tenho filhos. Gostava de dizer que tenho três ou quatro discos de platina, mas não gosto de mentir.

Esta sou eu e este é o meu blog.

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