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Seja onde e quando for

Um blog pessoal de uma tetracampeã, mas que não é só sobre desporto. Convido-vos a ler.

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Escândalos? Polémicas?

Ainda vamos no dia nove de 2018 e isto já está tudo de pernas para o ar. Este ano começou de uma forma tão efusiva, que uma pessoa ainda não conseguiu tirar 15 minutos para pensar em tudo o que já aconteceu. 

Primeiro tivemos o Logan Paul que deve ter parado de tomar a medicação que o psiquiatra dele receitou e brindou-nos com um vídeo de um suicídio. É sempre bom chegar a casa e ter uma notificação do youtube sobre uma pessoa que se enforcou. Mas vamos lá ter calma com as ameaças de morte ao rapaz e mais não sei o quê, ele errou, mas não é o Hitler.

Ainda não tinha passado a tempestade com o youtuber e fomos logo atropelados pelos "Golden Globes". Este ano com uma ideia muito gira - o movimento "Times Up" - um protesto contra o assédio sexual e a desigualdade de géneros. Toda a gente era convidada a vestir-se de preto e a usar os crachás do movimento. Foi tudo maravilhoso, no entanto não achei piada nenhuma os meus meninos de Stranger Things e a série The Crown não terem ganho absolutamente nada. 

E depois, exatamente no mesmo dia, vem a polémica do racismo por parte da H&M e ficamos a saber que vão ser quatro mulheres a apresentar a Eurovisão. O escândalo! Quatro apresentadoras femininas a orientar a Eurovisão? Eu, sinceramente, não consigo perceber a vossa indignação quanto a este assunto. Mas qual é o mal? Se fosse dois homens e duas mulheres já era considerado normal? Por favor. As pessoas precisam sempre de arranjar problemas, mesmo quando eles não existem. Mas eu também acho mal. Por mim era pôr a apresentar a Eurovisão o "Macaco Adriano". Ou então o Fernando Mendes... estão a imaginar ele a dizer "E.QUAL.É.O.VENCEDOR.DESTE.ANO.É.....?". Ia ser maravilhoso. Quanto ao assunto da H&M eu percebo que seja polémico, mas sinceramente não acredito que tenha sido propositado. Muita gente está a dizer que foi uma manobra de marketing para a marca ser mais falada. Para mim é uma camisola qualquer a ser usada por um modelo qualquer. Acho que as associações e os comentários das pessoas é que estão a ser racistas. Convido-vos a gostar mais uns dos outros e a irritarem-se menos, está bem?

E ainda existiam mais alguns assuntos a ser comentados, mas não vale a pena. Uma pessoa já se chateia tanto com os problemas da vida, ainda querem chegar a casa e chatearem-se com os problemas dos outros? Vamos lá ter calma. A vida são dois dias, um deles já foi desperdiçado com todos estes "escândalos".

O que dizer nas mensagens de aniversário?

Eu sou daquelas pessoas que nunca sei o que escrever nas mensagens de aniversário. É impressionante! Mas ao longo dos anos desenvolvi um método infalível que consiste em escrever uma mensagem para o primeiro aniversariante do ano, do meu grupo de amigos ou família, e depois fazer o dito "copy past" para a mensagem de aniversário seguinte. Mudo o número de anos que fazem e alguns pronomes, porque não convém chamar "ela" a um "ele" e essas coisas e está novo. Peço desde já desculpa a todos os meus amigos e familiares, mas se eles me conhecerem bem sabem o quanto eu gosto deles e o quanto me irrita escrever mensagens de aniversário. Para além do mais, ninguém gosta de envelhecer. Eu por mim bania as mensagens e chamadas no dia dos anos. Quem inventou isso agora deve estar a bater com a cabeça nas paredes.

 

No entanto, como amiga que sou, vou dar-vos algumas dicas para modificarem e aperfeiçoarem as vossas mensagens ao longo do ano.

1) Viveram alguma situação engraçada com o aniversariante? Escrevam! Caíram das escadas abaixo? Saltaram um muro de 500 metros e partiram-se todos? Escrevam isso!

2) Não digam coisas do género "obrigada por tudo, obrigada por permaneceres na minha vida, és incrível". Não! Deixem-se disso, digam apenas "santo sou eu por te aturar todos estes anos, merecia um prémio". Não precisam de ser dramáticos quando as pessoas fazem anos, sejam vocês mesmos. 

3) Não façam declarações de amor nas mensagens de aniversário. Vocês estão a parabenizar alguém pelo seu nascimento, não vão pedir ninguém em casamento. 

4) Não vão buscar citações a "sites br" e depois finjam que são da vossa autoria. As pessoas vão perceber que aquilo é fake, vão estar a ler aquilo e não vão sentir que foi escrito por vocês. Escrevem alguma coisa que signifique algo, mesmo que seja pouco... isso não interessa! Aliás, quanto mais curto e pessoal, melhor.

5) Não saturem as pessoas com emojis!! Já chegam os smiles gigantes do facebook, cheios de corações e fogo de artíficio e mais não sei o quê.

 

E vocês têm dicas que possam partilhar comigo para as mensagens de aniversário deste ano? Ficava muito agradecida.

Boa semana!

Desafio 52 semanas | Semana 1

 

Vi este desafio no blog da Happy e como adorei a ideia, decidi "roubar" um bocadinho para mim também. Consiste em responder a 52 questões diferentes, nas 52 semanas do ano. Vou tentar fazer o desafio todas as sextas ou sábados, ali a roçar o último dia da semana. Considerem-se convidados a fazer também!

 

Semana 1: Coisas que me fazem ficar feliz

De entre muitas coisas vou destacar: O Benfica. A Escrita. Passar tempo com a família e amigos. Ler. Os livros do Harry Potter. Os filmes do Harry Potter. Comprar roupa nova. O Benfica. Ouvir o mar. Os meus pés na areia da praia. The Big Bang Theory. O Benfica. Estar na minha cama, cheia de cobertores e ouvir a chuva a cair. O sorriso da minha mãe. O abraço do meu pai. Já disse o Benfica?

 

Bom fim-de-semana!

Um feliz 2018!

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E bem-vindos ao primeiro post do ano! "Nem acredito que já estamos em 2018, o ano passou a correr" é o que mais vamos ouvir hoje. Ou então "já não tomo banho desde o ano passado" ou ainda "lembro-me de 2017 como se fosse ontem". As pessoas acordam neste dia e acham que têm muita piada e são o Ricardo Araújo Pereira.

Um feliz ano novo, cheio de saúde, muito amor e carinho e que fiquem ricos. São os meus desejos para vocês.

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Os meus destaques de 2017

Este ano de 2017 não foi nada mau... pelo menos para mim!

Como todas as histórias convém começar pelo início. Era uma vez Janeiro, em que o pessoal ainda estava ressacado porque tínhamos ganho o Euro 2016 e como não chega festejar cinco meses, ainda se prolongou durante este ano inteiro e vai prolongar-se até o Europeu de 2020, porque só deixamos de ser os "atuais campeões da Europa" aí. Foi um mês frio, com chuva, de pouca comida como todos os "janeiros", visto que uma pessoa ainda está a recuperar dos 20kg que ganhou no Natal e na passagem de ano.

Depois, veio Fevereiro em que começaram as temperaturas de 30º para cima. É verdade, uma pessoa quase que morreu porque tivemos calor de Fevereiro a Novembro, foi uma coisa louca este ano. Quem precisa de ir para o Brasil afinal? Nós já somos um país tropical que chegue. Eu não saí de Portugal este ano, mas é como se tivesse saído. Com a quantidade de temperaturas altas que apanhei, e não estive com gripe, acho que fui ao Rio de Janeiro e voltei (só não tenho é fotos no instagram para comprovar).

Chegou Março, com a sua habitual boa energia, bom humor, saúde e todas essas coisas boas. Vejo Março como um mês sorridente e boa onda. Chega a Primavera também. Para mim foi um mês de trabalho. Para além de estudar, voltei ao meu emprego de 2016. Foi bom. É sempre bom quando ainda vivemos em casa dos nossos pais, arranjar o nosso próprio trabalho, porque isso faz com que nos tornemos mais independentes: podemos comprar alguma coisa para nós sem que nos sintamos mal, uma vez que, os nossos pais já nos pagam a faculdade e não convém pedir uma tonelada de roupa nova. Eu, pelo menos, não gosto. Infelizmente não tenho pais ricos, mas felizmente tenho os melhores pais do mundo que nunca me faltaram com nada.

A seguir Abril, sem águas mil, resultado de muito calor. Mais trabalho para mim, felizmente. Muito estudo também. Tive um último ano de faculdade com poucos exames, mas com muitos trabalhos práticos. Foi um último semestre duro, sem tranquilidade, mas que me deu um gozo enorme, porque consegui pôr em prática grande parte das coisas que tinha aprendido ao longo dos últimos anos na universidade.

E depois veio Maio. Mais concretamente o 13 de Maio. Aconteceu tudo no dia 13 de Maio. O meu Benfica foi tetracampeão. Ganhámos a Eurovisão pela primeira vez na nossa história. E eu ainda me tornei finalista. Só acabei o curso em Outubro, mas a minha cerimónia de finalistas foi em Maio, no dia em que o Benfica foi campeão, no dia em que o Salvador venceu a Eurovisão e no dia em que o Papa Francisco veio a Portugal também. Este dia tinha tudo para correr bem. E correu! Nunca na minha vida tinha assistido a uma festa de finalistas e foi tudo o que sempre sonhei. Foi um dos melhores dias do ano para mim. 13 de Maio ficou na história, sem dúvida.

Junho é o meu mês. Nasci no dia 4 de Junho de 1994. Fiz 23 este ano. 23 é uma idade bonita para mim. Eu não sou uma daquelas pessoas que gosta de comemorar os seus aniversários. Só gosto de fazer anos por uma razão muito simples: quer dizer que ainda cá estou e ainda não estou debaixo da terra. O que é positivo. Mas não gosto de comemorar. Odeio que me cantem os parabéns, nunca sei o que fazer. E dizerem "Parabéns" e eu digo "Obrigada". Wow, que incrível. Também tinha planeado para este mês andar, pela primeira vez, a cavalo. Não aconteceu. Não porque não quis, mas porque não tinha vaga. Esse assunto fica para 2018 afinal. No fim deste mês deixei o meu emprego e parti numa nova aventura.

Em Julho comecei o meu estágio curricular num dos melhores jornais desportivos para mim: OJOGO, na sede do Porto. Não foi fácil, aliás o primeiro dia foi de muito nervosismo, porque pela primeira vez estava a viver uma experiência de trabalhar na área em que estudei. Passamos três anos na universidade a praticar aquilo que devíamos saber para o mundo de trabalho, mas o que acontece na realidade é que não estamos preparados. Quando chegamos a esta nova realidade é tudo tão diferente e o que pensamos que aprendemos não serve para quase nada. No entanto, com o passar do tempo comecei a sentir-me mais integrada, comecei a sentir que estava no meu lugar e estava a gostar daquilo que fazia. Estive no jornal durante três meses, portanto os meses de Agosto e Setembro também foram passados a trabalhar como jornalista estagiária. No entanto, em Agosto consegui uns dias de férias e fui viajar para fora cá dentro. Vila Praia de Âncora foi o destino escolhido. Muita praia, muito sol, mar, férias. Descansar é sempre bom. Todas as pessoas deviam tirar uns dias de férias para descansar, para não fazer absolutamente nada, não pensar em problemas e usufruir da merecida pausa.

Outubro foi um mês muito especial para mim. Acabei a minha licenciatura. No dia 18 de Outubro (depois de ter feito um estágio curricular que contava para terminar o curso) consegui acabar uma etapa que ficará, sem dúvida alguma, marcada na minha vida. Um dos meus objetivos pessoais está cumprido e só tenho a agradecer a toda a gente que fez parte destes três anos maravilhosos, em especial aos meus pais. Só por isto este ano já valeu a pena.

Novembro trouxe com ele o frio e os dias mais cinzentos. Conseguimos sentir frio por incrível que parece. Eu já não me lembrava do que era estar menos de 30º. Novembro é aquele mês em que uma pessoa só quer Dezembro que é para chegar o Natal e despachar o ano mais rápido. Foi um mês engraçado, só não aconteceu nada de especial.

E, por fim, chega Dezembro. Um mês em que a magia do Natal paira no ar e as pessoas tornam-se automaticamente mais felizes. É um dos meus meses preferidos devido ao Natal. Este ano tornou-se um bocadinho mais triste por causa dos casos "Raríssimas" e "Segredo dos Deus". Nunca dei a minha opinião aqui no blog sobre isso, mas tenho acompanhado e lamento tudo isto. Acho que às vezes existem realidades que passam ao lado de algumas pessoas, que vivem no seu mundinho e só se preocupam com as suas coisas. E são estas duras realidades que nos fazem abrir os olhos e que nos fazem pensar "como é que isto é possível acontecer? porque é que nunca ninguém faz nada?". Quero dar os parabéns à TVI pelo excelente trabalho.

 

Preciso ainda de destacar alguns extras portugueses que preparei:

Figura do Ano: Marcelo Rebelo de Sousa

Todos os dias temos episódios novos da série do Marcelo. Este homem está em todo o lado. Para mim já chega a ser um exagero, mas é só a minha opinião.

Música do Ano: "A Vida Toda" da Carolina Deslandes

Adoro esta música, já falei dela aqui no blog. No entanto, também tenho de destacar a música com que vencemos a Eurovisão, "Amar pelos dois", do Salvador Sobral.

Programa do Ano: Apanha se Puderes

Muita gente não gosta, mas temos de admitir que a maior parte das pessoas vê este programa antes dos jornais da noite. Para mim foi uma lufada de ar fresco na televisão portuguesa. O Pedro Teixeira é um querido, sofre com os concorrentes e a Cristina apesar de aquele "ESTÁ CERTO" exagerado, é maravilhosa.

 

(Sim, escrevi os meses com letras grandes. Já sei que com o novo acordo ortográfio isto muda, mas vejam os meses como personagens.)

 

Até para o ano! E bom 2018!

 

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No Natal vale tudo

O Natal é uma época muito especial para todos nós. Celebramos o nascimento de Jesus Cristo, temos a família toda reunida em casa que mal dá para passar da sala para a cozinha sem pisar alguém e o mais importante, mesmo que ninguém admita, recebemos presentes!!!

A parte mais emocionante do Natal é que ele começa muito antes do dia 25 de Dezembro. Há sempre algum engraçadinho na família que em fins de Agosto já afirma “Estamos aqui, estamos no Natal” e ainda não começou a pensar nas ementas variadas que tem de preparar para os almoços dos filhos que vão começar a escola em Setembro.

Todos os anos toda a gente diz que vai gastar o menos possível em presentes de Natal e afinal acabam por gastar o ordenado inteiro de um mês na Primark em “coisas simbólicas”. Porque, para além, de terem de comprar os presentes para a mãe, o pai, os avós, os tios e os primos… também têm de comprar para a vizinha do 3º direito, para a mãe do amigo que está doente com gripe em casa e para o namorado da prima do amigo de longa data. E é por isso que o dinheiro não chega e os dias também não. Quer queiramos quer não há sempre aquela pessoa que chega a uma loja no dia 24 de Dezembro, cheia de pressa e com trinta prendas para comprar.

Porque o que é importante no Natal são os presentes. As pessoas querem lá saber se nasceu Jesus Cristo ou se o filho da tia já nasceu. As pessoas querem é que dê as doze badaladas para começarem a distribuir presentes. E depois culpam as crianças… aquelas que adormecem às 22h a ver os desenhos animados no canal Panda.

E venha daí o jantar de Natal, aquele que custou a preparar e ninguém veio para ajudar. E entre conversas e desconversas e jogos de mesa e tabuleiro chega ao fim a noite de Natal e entra um novo ano, com promessas de que será tudo diferente, mas tudo muito igual.

A obsessão pelas redes sociais

No outro dia deparei-me com uma situação muito constrangedora. Não comigo diretamente, mas presenciei. Então não é que estava eu a sair de um café, com a minha barriga uns 5cm maior, depois de tomar o meu pequeno-almoço e na esplanada reparo que estão dois senhores: um com uma máquina fotográfica toda xpto e o outro sentado a fazer várias poses diferentes, e dizia "agora tira deste plano outra vez mas de costas" ou "apanha-me desprevenido a olhar para o além".

Eu percebo que muita gente esteja habituada a ver este tipo de situações, mas eu não. Uma pessoa tira umas fotos com o telemóvel, posta no instagram e está feito. Só para mostrar que sei mexer nos filtros para parecer mais bonita. Não contrato uma equipa fotográfica e vou para uma esplanada fazer uma sessão. Neste momento o oxigénio da nossa sociedade é o botão de like nas redes sociais. Eu percebo que muita gente agora trabalhe como "digital influencer" e eu não tenho absolutamente nada contra isso. Aliás, quem me dera ser como vocês. Tirar uma fotos, ter uns 20 mil likes e ganhar uns trocos... era o meu sonho!! Mas, não sou. Agora aquelas pessoas que estão constantemente a atualizar as redes sociais só pelo simples facto de mostrar que têm, que podem e que conseguem... desculpem, mas não consigo suportar.

Nos dias de hoje nós vivemos obcecados para saber quem gostou de quê ou quem está a seguir quem. Passamos grande parte do nosso tempo a olhar para o telemóvel a tentar adivinhar e supor coisas que não têm realmente interesse e em nada vão interferir nas nossas vidas. Eu, muitas vezes, dou por mim a passar o meu feed do instagram e não olho realmente para nada, nem me interesso pelas pessoas que lá estão. Fiquei a saber outro dia que existem horas específicas para uma foto ter mais likes, se for postada a meio da tarde quase ninguém vai ver, mas se for postada quase na hora do jantar já vai ser um sucesso. E ainda que a nova moda é colocar muitos gostos em fotos aleatórias de uma pessoa, que é como quem diz "quero-te comer", nem é preciso um jantar nem nada.

Nada é tão simples como antes. As barbies foram substituídas por tablets e as crianças já crescem neste novo mundo. Não estou a dizer que as redes sociais não são uma mais-valia, mas sim que devia existir um equilíbrio, sem exageros. E tentar perceber que se o teu amigo publica uma foto tua em que tu pareces um ogre, não é o fim do mundo. 

A minha série da semana #2

 

Esta semana acabei de ver a 1º temporada de "The Crown". Uma série produzida pela Netflix, que nos conta a história da Rainha Elizabeth II do Reino Unido. O que é que eu posso dizer? Está mesmo muito bem produzida, aborda várias questões relacionadas com a monarquia britânica e pelo meio ainda temos umas fofocas que toda a gente gosta de saber, mas sempre com muito respeito.

É a série indicada para toda a gente que gosta de história política, mas que adormece a meio de um documentário sobre a II Guerra Mundial. Tipo eu. 

Durante a próxima semana vou devorar a 2º temporada! E depois espero pela terceira...

A dificuldade de comprar no Natal

Confesso que adoro fazer compras. Qual é a gaja que não gosta de ter umas coisinhas novas? No entanto, nesta altura do ano - que é o Natal - é difícil suportar sequer o facto de termos de nos deslocar até a um centro comercial. Ora é o trânsito, ora são as filas para pagar, ora quero passar num corredor para ver uma peça de roupa e não consigo porque Portugal tem 11 milhões de habitantes, mas naquela loja estão 12 milhões. Não dá. O Natal é a época do ano em que o consumismo é de loucos.
Eu confesso que adoro comprar e receber prendas, mas o que gosto mais é mesmo de comprar presentes de mim para mim. Mas nesta altura é impossível. Consigo comprar para todos os meus familiares e amigos, e caso eles não gostem vai sempre lá o talão de troca para trocarem. Não podemos acertar sempre. Agora comprar para mim? Esqueçam. Primeiro, porque não tenho sorte nenhuma. E depois porque me acontece sempre uma destas três coisas: ou eu gosto, mas não me fica bem; ou eu gosto, mas não há o meu tamanho; ou eu gosto e o artigo está estragado e não há mais em stock. Que sorte!
Acabo por desistir. É impossível fazer compras no Natal. Espero que tenham melhor sorte do que eu!
Bom fim-de-semana.



Mais sobre mim

Chamo-me Daniela. Pertenço ao grupo das pessoas que não gostam do primeiro nome. Tenho 24 anos.

Ainda não sou casada e não tenho filhos. Gostava de dizer que tenho três ou quatro discos de platina, mas não gosto de mentir.

Esta sou eu e este é o meu blog.

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