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Seja onde e quando for

Um blog pessoal de uma tetracampeã, mas que não é só sobre desporto. Convido-vos a ler.

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As melhores paisagens que fotografei em 2017

Estava aqui eu sem ideias para um post nesta segunda-feira disfarçada de terça, porque a semana é mais curta e deparei-me com a pergunta na abertura do blog "Qual foi a paisagem mais deslumbrante que fotografou em 2017?". 

E não me vou pôr com coisas, eu adoro viajar para fora do meu país. Gosto mesmo de conhecer culturas que não a nossa, lugares que não os nossos. E já sei que me vão dizer que há sítios lindos em Portugal e que não precisamos de sair do nosso país para ver paisagens e lugares maravilhosos. Mas adivinhem? Eu sei isso tudo! E não é por gostar tanto de viajar para fora do meu país que gosto menos de Portugal. Antes pelo contrário, cada vez que viajo gosto mais do lugar onde vivo.

E é por essa razão que escolhi várias fotos da minha autoria de paisagens portuguesas e vou partilhar com vocês. Porque tenho realmente muito orgulho do nosso país e cada vez tenho mais a certeza que lugar mais bonito não há!

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Eu adoro fotografar e, por isso, convido-vos a passar por esta página, onde mostro um bocadinho mais desta minha paixão.

Boa semana! 

A black friday do meu ponto de vista

Quando uma pessoa racional ouve as palavras "black friday" e "descontos" o coração começa a bater mil vezes por segundo, sente a adrenalina a correr nas veias e todos os problemas parece que se resolvem. As únicas questões que querem ver respondidas é "onde? quando? como?", que é para saberem onde é, quando é e como vão. É engraçado a forma como as pessoas lidam com este tipo de eventos, porque acham que vão encontrar coisas absurdamente baratas, quando na verdade meia dúzia de produtos realmente valem a pena e o resto podem comprar pelo mesmo preço ou ainda mais barato noutras épocas do ano.

Eu também sou assim, confesso! Quando ouço "saldos" vou logo a correr, digo para mim mesma que vou entrar só para ver e saio de lá com vinte sacos. É inevitável. Todo o ser humano tem estas fraquezas. Nós temos de acreditar em alguma coisa. Mesmo quando sabemos que a "black friday" não existe, mas acreditamos nela porque é uma desculpa para o nosso consumismo. É perfeitamente normal. 

Para quem não sabe a "black friday" nasceu nos Estados Unidos e realiza-se na última sexta-feira de novembro, logo após o feriado de Ação de Graças (isto nos EUA). As lojas fazem "altas" promoções e as pessoas fazem filas nas portas e ficam durante horas à espera que uma loja abra só para comprar um produto que está à venda todo o ano. Eu não sei como é que funcionam esses descontos nos EUA, mas dizem que é uma coisa louca. Confesso que há uns tempos um dos meus hobbies preferidos era ir para o youtube ver vídeos de pessoas nestes eventos. Passei momentos hilariantes, chorei de rir. Pessoas a andarem à bofetada por um microondas, pessoas a arrancarem cabelos por um conjunto de chávenas. Muito bom. Obviamente que estou a exagerar, ainda assim tem a sua piada.

Aqui em Portugal é um bocadinho diferente. Nunca vi ninguém a lutar por um candeeiro ou outra coisa qualquer. Mas como o natal é já no próximo mês, as pessoas começam a pensar na vida e no dinheiro que vão gastar em presentes e olham para a "black friday" como uma boa oportunidade de poupar. Não vai acontecer, mas as pessoas gostam de acreditar nisso. E eu também.

Façam boas escolhas e boa semana!

Os três primeiros anos com carta de condução

Sabem quem está de parabéns? A minha carta de condução! Então não é que já fiz três anos de carta? No dia 27 de Outubro de 2014 tirei a carta e passados três anos esqueci-me desse dia. Um dia muito importante para mim, na minha mente pensei que me ia tornar mais independente, com mais hipóteses de deslocação, sem horários tão definidos. Como é óbvio, não é bem assim... primeiro precisava de um carro e depois precisava de ganhar prática e essas coisas todas antes de me pôr a andar pela estrada fora sozinha. Arranjei carro em Abril de 2015, aliás, o meu pai comprou-me um carro em Abril. Pai, se estiveres a ler isto... obrigada! Se não fosses tu ainda hoje eu estava a andar de transportes públicos.

Mas no mês passado a minha carta deixou de pertencer ao regime probatório. Andava aqui eu muito cumpridora das regras de trânsito a ver se não fazia uma contraordenação muito grave ou duas contraordenações graves. Acreditam se vos disser que durante estes três anos não fui mandada parar uma única vez pela bófia aka moinas na estrada aka polícia? É verdade, eu nunca tive o previlégio de ser mandada parar por um agente da autoridade, mas digo-vos já se isso tivesse acontecido muito provavelmente tinha sido multada. Toda a gente apanha uma multa hoje em dia. Nunca apanhei uma multa, nem quero saber qual a sensação, muito obrigada. 

Mas estou mais descansada. Já posso estacionar em segunda fila e atrapalhar os outros carros todos sem que me tirem a carta, já posso carregar no acelarador quando o sinal está a mudar de amarelo para vermelho só para não parar na passadeira sem que me tirem a carta e já posso andar a mais de 120km/h na autoestrada a ver se me espeto contra uma estação de serviço sem que me tirem a carta.

 

 

A minha paixão

Desde muito pequenina que me lembro de gostar de futebol. Nunca me chamaram "maria rapaz", nem era menina de estar com os rapazes nos intervalos. Eu não sei de todo jogar futebol, se der cinco toques seguidos numa bola é com muita sorte. Nas aulas de educação física quando se faziam equipas não era a primeira pessoa a ser escolhida. Mas eu percebo de futebol e desde que iniciei o meu curso em Ciências da Comunicação o meu propósito era e continua a ser o jornalismo desportivo. 

Acho que às vezes as pessoas se esquecem que também há jornalismo no desporto e, muitas vezes, o jornalismo é que faz que o desporto se torne mais interessante. Ser jornalista desportivo em Portugal não é tarefa fácil. O conseguir manter-se isento e imparcial em tudo aquilo que se escreve, independetemente da opinião pessoal, é a base deste jornalismo. No entanto, o que mais me incomoda no meio de tudo isto é a forma como o jornalismo desportivo continua a ser desprezado, para muitos não passa de um jornalismo de especulação e sem qualquer importância. Felizmente a opinião está londe de ser unânime e há quem consiga ver para lá das quatro linhas.

Acho que admiro todos os desportos que existem, inclusivé já joguei voleibol durante três longos anos e aprendi muito - aprendi como funciona uma equipa, como as derrotas são as derrotas de todas, como as vitórias são as conquistas de todas e quando um jogador erra, erra a equipa toda. No entanto, tenho de fazer referência ao futebol. O desporto que é sempre tema de conversa nos cafés, nos almoços, no trabalho, nos tempos livres. É capaz de unir famílias, unir pessoas do mesmo clube, que mesmo sem se conhecerem, conseguem estabelecer laços quando se tem o clube em comum. É capaz de acelerar os corações, é capaz de mover multidões. O futebol sempre foi encarado como um modo de vida, capaz de marcar uma sociedade, onde quer que esteja inserido, nunca foi indiferente para ninguém. 

Normalmente começamos a gostar de futebol por influência do nosso pai ou do nosso avô, que nos dão a camisola ou o cachecol do clube de coração. Comigo foi um bocadinho diferente… Desde que vi um senhor chamado Nuno Gomes a jogar nunca mais consegui deixar de pensar nisso e, por esta razão, o mundo do futebol fascina-me. Sou uma apaixonada por futebol. Vibro e envolvo-me de tal maneira num jogo como se o clube fizesse parte de mim. Defendo com unhas e dentes este desporto e achamos sempre que a defesa é o melhor ataque. E, com o passar do tempo, transformamo-nos em verdadeiros treinadores. Passamos a conhecer todos os esquemas de ataque e defesa, sabemos quem joga bem e quem devia estar a aquecer o banco. Conseguimos até adivinhar as substituições que vão ser feitas. E, por isso, é que o futebol é tão emocionante. Porque muitas vezes não tem lógica e nem sempre o melhor é quem vence, tal como na vida.

Tenho o jornalismo desportivo no meu coração de uma forma que mal consigo explicar. E preciso de acabar este post com um frase do jornalista Manuel Fernandes Silva: "Para se ser um bom profissional de jornalismo desportivo é necessário desenvolver duas caraterísticas: ser um bom jornalista, respeitando o código deontológico e tudo o que isso acarreta; e possuir alguns conhecimentos de desporto, salientado que “não é necessário perceber tanto de futebol como o José Mourinho, ou de basquetebol como o Michael Jordan."

O ficar noite antes das 18h

Isto tem de acabar!!! Uma pessoa acaba de almoçar, vai fazer a sua sesta pós-almoço e já está quase de noite. Quando começa a anoitecer uma pessoa pensa que já está quase na hora de jantar e quando olha para o relógio são 17h56. Ridículo!!! Uma pessoa fica com fome e nem sequer pode comer decentemente. E ainda para mais aos domingos que não se faz absolutamente nada (não que me esteja a queixar), já passamos o dia a comer e ainda nos apetece comer mais.  

Para mim o horário ficava sempre o de verão. Ou então, quem quisesse mudar a hora, mudava. E quem não quisesse, não mudava. Dizem-nos sempre para não andarmos atrás de ninguém, nem de modas, nem de nada... mas depois quando é para mudar a hora, mudamos todos. Parecemos crianças de quatro anos. Vamos lá crescer. Se eu quero que só seja noite às 21h, tenho esse direito. Além disso, outro dia li uma notícia que dizia o seguinte “A mudança de hora faz mal à saúde”, supostamente pode provocar vários tipos de dores de cabeça. E se no meu estado considerado normal ninguém me aguenta, imaginem com uma dor de cabeça.

Mas esta é a minha opinião. Cada um com a sua. Só queria mesmo sublinhar a minha frustração. Queria também dizer que hoje acordei às 9h15 (num domingo!!!) e estou muito chata. Peco desculpa a quem trabalha ao domingo e é normal levantarem-se cedo, para mim também já foi, mas agora não é.

Bom resto de domingo.

Os jantares no panteão

Então não é que ontem aconteceu um jantar por causa da Web Summit no Panteão Nacional? Deve ser realmente muito bonito comer à luz das velas junto do Eusébio, da Amália Rodrigues, do Luís de Camões e do Vasco da Gama. Mas nestas circunstâncias? Junto dos túmulos? Eu sei que hoje em dia já se viu tudo, mas nunca me passou pela cabeça que alguém aceitasse jantar ao lado de um túmulo. Vocês vão para o cemitério jantar? Qualquer dia as pessoas acham normal fazer um piquenique com a família num cemitério.

“Governo vai proibir jantares no Panteão” ouvimos nas notícias. Meus amigos, isso nunca devia ter sido permitido. Então o governo de Pedro Passos Coelho lembrou-se “porra, realmente era giro conviver com todas as personalidades portuguesas... vamos todos para o panteão comer francesinhas, que tal?”. Era realmente um sonho jantar ao lado da Sophia de Mello Breyner e dizer-lhe o quanto gostei do livro “Fada Oriana” que li no 4º ano, mas não nestas circunstâncias. E falar com o Almeida Garrett para mexer os cordelinhos para sair mais vezes no exame nacional “Frei Luís de Sousa”? Aposto que o pessoal do 12º ano agradecia, mas não nestas circunstâncias.

Acho melhor as pessoas começaram a ter juízo e perceberem que isto não é normal. Será que o problema é meu e estou a ver demência onde não existe? Começo a achar que sou eu que estou maluca. Se calhar devia ir na onda, não sei... mas acho isso do mais ridículo que já se viu neste país!!

No entanto, se soubesse disto mais cedo tinha pedido a um convidado que perguntasse ao Eusébio se o Benfica ia ser campeão esta época.

Daquelas coisas #2

Já repararam se disserem muito depressa "uma temática" parece que estão a dizer "matemática"? 

Uma pessoa já não pode dizer "uma temática" em paz, vem logo a matemática queimar-me os neurónios. Eu já não estou a estudar, sai da minha vida, por favor. Bem nos dizem que a matemática nos acompanha para sempre.

Boa sexta-feira!

Cuidado com as escadas rolantes

Não sei se sabem mas existe um inimigo quase mortal para os humanos. Não, não é o nosso governo, nem um crocodilo... são as escadas rolantes. É verdade, vocês tenham sempre muito cuidado quando vão nas escadas rolantes. É preciso frizar, acima de tudo, que elas não são uma forma de vida saudável, são para as pessoas sedentárias (como eu) não se cansarem tanto. Principalmente quando estão num shopping com 40 sacas da Zara porque perderam a cabeça (como eu) e de maneiras que não dá muito jeito subir ou descer escadas com tanto saco. Mas não é bem por esta questão que eu estou a escrever hoje...

As dicas de segurança que sempre ouvimos quando estamos numa escada rolante são do tipo "aperta os atacadores" quando já deste cinco ou seis nós cegos só para aquilo não se desapertar; "segura o corrimão" quando corres o risco de apanhar Legionella ou Gripe A ou o que seja; "olha sempre para a frente" quando tu és completamente desastrada, que nem o olhar para a frente vai fazer com que tu não te esbardalhes (hashtag eu). Por isso, são dicas muito utéis realmente e que uma pessoa está farta de saber, mas que nada resolvem. 

Eu assisti este dias a um episódio muito interessante e esclarecedor. Então não é que uma pessoa ficou com o cordão da sapatilha (ou ténis, vocês de Lisboa são muito chiques) preso não numa escada rolante, mas numa rampa rolante, que a meu ver são ainda piores porque podem andar carrinhos (de supermercado, do IKEA, etc). E o que é que aconteceu a seguir? Vinham três ou quatro carrinhos nessa rampa rolante e a pessoa ia levar com eles todos. Um a seguir ao outro. Ia ficar linda. Portanto, nós sabemos que estamos sujeitos a que isso aconteça, mas andamos na mesma nelas. Também não dá muito jeito carregar um carrinho de supermercado às costas, não é?

Por isso, muito obrigada por todas as dicas de segurança. Eu sigo-as e vou estar sempre sujeita a ficar sem um sapato e se tiver mesmo azar fico sem uma perna. Mas tudo bem, não vou deixar de andar nelas.

Só vim mesmo alertar-vos para este assunto quase mortal. Quem avisa amiga é.

 

P.S.: Descobri pela minha intensa pesquisa que não se chamam rampas rolantes, mas sim "esteiras rolantes". Fiquem com esta informação inútil.

P.S.2: A pessoa em questão conseguiu tirar a sapatilha que estava a usar, portanto sobreviveu. Pela menos a pessoa, a sapatilha não sei.

Crónicas de uma leitora | A melhor trilogia

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Sobre estes livros as opiniões são todas muito diferentes umas das outras. Uns adoram, outros odeiam, não existe meio termo. A história de Maze Runner não é nada simples, mas muito boa de se imaginar. Os governantes decidem lançar um vírus para controlar a população e tudo corre mal, obviamente. O primeiro livro dá a conhecer as várias personagens e o porquê de estarem num labirinto. São introduzidos numa espécie de sociedade, localizada numa clareira, e dividem as mais variadas tarefas do dia-a-dia e aprendem em viver em comunidade. A clareira é cercada por um grande muro, cujas as portas se abrem apenas uma vez por dia. Quando o personagen principal, Thomas, chega à clareira e percebe que os portões apenas se abrem uma vez por dia fica curioso para saber o que existe por trás deles. É, assim, informado que se trata de um labirinto e que todos os dias os chamados "runners" (corredores) saem para o explorar. Thomas não se conforma com o estilo de vida deles e quer encontrar uma solução racional para aquilo tudo.

E não vou dizer mais porque, caso contrário, os spoilers vão ser bastantes. E eu não quero isso.

 

É importante referir que sou uma apaixonada por trilogias do género. The Hunger Games? Papei tudo. Divergente? Li tudo. Mas Maze Runner mexeu comigo e, por isso, é a minha preferida. Acho que nem é tanto pela história em si que adorei desta trilogia, mas sim pela maneira como o James Dashner faz com que eu me sinta na pele dos personagens. São poucos os escritores que conseguem fazer isto, entranhar as emoções dos personagens na nossa mente, fazer com que nos sintamos tristes quando eles estão tristes, contentes quando eles estão contentes, admirados quando eles estão admirados. Esta é a maior qualidade de um autor para mim. Acho que no fundo gostei dos três livros, principalmente por causa da maneira de escrever do James Dashner. Porque, muito sinceramente, o final da história deixou realmente muito a desejar. Ficam várias questões por responder. O fim do terceiro livro é como um recomeço, mas ao mesmo tempo não é. Parece que acaba com reticências e não com a sensação de dever cumprido. Ficam as interpretações próprias que prefiro guardar para mim.

Existem livros e trilogias que dão muito que pensar, que mexem com o nosso subconsciente de uma maneira muito forte. Maze Runner é um desses exemplos. Se vocês lerem preparem-se para acabarem de ler o primeiro livro sem fôlego, o segundo com a frase na boca "mas o que é isto?" e o terceiro com a sensação de vazio, porque acabou mas também porque queriam mais.

E por estas razões é a melhor trilogia que alguma vez li. Thank you, James Dashner, it's aMAZEing!

A frase que destaco: "If you ain't scared, you ain't human".

 

P.S.: Já existem os filmes desta trilogia, que na minha humilde opinião nada tem a ver com os livros. Exceto o primeiro, que tem várias parecências, mas o livro é sempre melhor. Vai sair o terceiro e último filme em Janeiro do próximo ano! O meu conselho é lerem os livros e só depois verem os filmes.

Hoje comprei o meu primeiro casaco de inverno

E a felicidade que foi!

Depois de estar num inferno dos diabos desde Março, sempre com mais de 30º todos os dias, já podemos comprar casacos quentes e fashions. Que uma pessoa não vai andar aí "ao deus-dará" só porque está frio. Não! Uma pessoa tem sempre de estar apresentável. Vais ao pão? Não vais de pijama. Vais ao banco depositar 50 euritos? Não vais de pijama. Vais ao Museu de Arte e Tecnologia? Não vais de pijama.

Quer dizer, vocês vestem-se como quiserem. Eu só queria mesmo expressar a minha alegria porque finalmente posso comprar roupa de inverno. Não é que no verão não se possa comprar roupa de inverno, porque podem, cada doido com a sua mania. Mas no inverno é que dá vontade de a usar. Não vão usar uma gabardina polar com 30º graus, tenham juízo!

Boa semana!

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Mais sobre mim

Chamo-me Daniela. Pertenço ao grupo das pessoas que não gostam do primeiro nome. Tenho 24 anos.

Ainda não sou casada e não tenho filhos. Gostava de dizer que tenho três ou quatro discos de platina, mas não gosto de mentir.

Esta sou eu e este é o meu blog.

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