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Seja onde e quando for

Um blog pessoal de uma tetracampeã, mas que não é só sobre desporto. Convido-vos a ler.

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Sobre o Festival da Canção de ontem...

E que atire a primeira pedra quem alguma vez pensou que a música que o Salvador Sobral, "Amar pelos dois", levou ao Festival da Canção pudesse ganhar a Eurovisão. Ninguém acreditou realmente que pudessemos ganhar a Eurovisão antes de sermos apurados para a final. Isso era impossível, nunca na vida! Mais impossível que o Europeu ou o Mundial de futebol. Mas o Salvador lá passou à final e começamos a estar nas bocas do mundo e todos começamos a pensar "se calhar até limpamos isto".

Por isso, qualquer uma das canções que ouvi ontem têm hipóteses de ganhar. Não gostei verdadeiramente de nenhuma. Tal como não tinha gostado da canção do Salvador o ano passado. Aprendi a gostar da canção ao longo do tempo, coisa que provavelmente vai acontecer com qualquer uma das que estão a concorrer este ano, desde que não seja a "Eu quero ser tua" ou qualquer coisa cantada pela Luciana Abreu. 

 

Alguns factos que considerei interessantes partilhar com vocês sobre a noite de ontem:

 

1) Porque é que o festival começa sempre todos os anos da mesma maneira? Imagens a preto e branco, homenagem a cantores quando ainda cantavam a preto e branco, uma Simone na estante a servir de decoração. Não! Parem! Nós estamos no século 21, nós ganhamos a Eurovisão no século 21. Parem lá com as imagens a preto e branco. Tenho muito orgulho nas origens do nosso país, mas sejam originais. Por exemplo, metam a Cristina Ferreira a gritar "CERTO" no início do festival, aposto que acordava o país, de norte a sul.

2) Ninguém vai concorrer a um Festival da Canção para representar Portugal com uma música chamada "Austrália". Desculpem, mas isso não cabe na cabeça de ninguém.

3) Não consegui ouvir a música da Anabela, só consegui olhar para o anel que lhe cobria a mão toda. Se calhar tinha frio e medo de apanhar um resfriado ou assim. Por isso, não me façam perguntas sobre a música dela, não consegui ouvir nada.

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4) Não sei quem é que disse ao Jorge Gabriel e ao José Carlos Malato que eles tinha piada. Eles não são o Ricardo Araújo Pereira.

5) Claro que não sou nenhuma "hater" e até ouvi duas músicas que me encheram as medidas: a do Janeiro, que vem atrasado e tudo (já estamos em Fevereiro), mas aqueceu-me o coração na noite fria de ontem. E a "Só Por Ela" que também é um doce de música.

6) Acho que a próxima semi-final vai ser melhor que esta. Tem pessoas como o Diogo Piçarra e o Diogo Piçarra e o Diogo Piçarra.

 

Bom semana. 

5 coisas boas por semana - TAG

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 E então não é que já passou mais uma semana? Isto passa tudo a correr, qualquer dia é Natal!!

 

 Fui lanchar a um dos meus cafés preferidos cá em Braga, porque tem os melhores cappuccinos de sempre. Só tem um "se não": o atendimento é muito demorado. Mas gosto sempre de lá ir. 

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 Fui a uma formação muito informativa, cheia de cursos e não sei quês. Quem sabe não me inscreva em mais uns quantos. 

 Comi muitas vezes peixe esta semana. Como a minha mãe é muito católica, supostamente, temos aqueles dias de "jejum" em que não há jejum nenhum... simplesmente não se come carne. Mas na quarta comi peixe, ao almoço e jantar, e na sexta também. Gostava de tirar a carne da minha vida por completo, mas não consigo... quem sabe um dia.

  Vi o filme "Wonder", que devo dizer é mesmo maravilhoso, encantador e extraordinário. Não deitei uma lágrima, mas estive lá perto. Mais 10 minutos de filme e largava o rio. Aconselho a toda a gente a ver.

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 Comi donuts. Sim, no plural. Desculpa barriga e ancas e pernas e corpo, em geral.

 

E acabo assim. 

Boa semana a todos. 

De 52 semanas | Semana 7

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Semana 7: Eu sempre…

 

 Eu tento sempre fingir que nada aconteceu quanto tropeço no meio da rua, com toda a gente a olhar.

 Tenho sempre inveja de todas as pessoas que nunca bateram com a cara na porta, porque sabem o que significa "puxe" e "empurre". 

 Acho sempre que a distância não é uma coisa boa. Por exemplo, o meu quarto fica longe da cozinha...

 Eu sempre que dou um erro numa publicação, nas redes sociais, rezo a todos os deuses para que ninguém repare, só para não ter o trabalho de mudar.

 Sempre que não me apetece ir a um sítio, digo que "já tenho coisas combinadas" quando a única coisa que tenho planeada é dormir e ver séries, no escurinho do meu quarto. 

 Eu meto sempre o despertador para mais cedo, só pela sensação de "que bom, ainda tenho mais tempo para dormir".

 Eu coço sempre o meu nariz descaradamente (desculpem uma pessoa tem de se sentir confortável).

 

E são estas as coisas que eu sempre faço. Mas claro que eu também consigo dizer coisas normais...

 Eu sempre gostei de escrever, especialmente escrita humorística. Quando era mais nova adorava os artigos do Ricardo Aráujo Pereira. Ainda gosto, mas é um bocadinho diferente agora. Quero escrever um livro um dia. Daqueles que as pessoas não conseguem parar de ler, página após página. Daquele que as pessoas passam um noite inteira em branco só para chegar ao final... por ser tão bom.

 Eu sempre gostei de ler. Comecei com os livros de "Uma Aventura" e desde aí nunca mais parei. A Ana Maria Magalhães e a Isabel Alçada fizeram parte da minha infância. Muito obrigada por isso. 

 Eu sempre gostei de futebol. Gosto de desporto em geral, mas de futebol em particular. O Benfica é o amor da minha vida, caso não saibam.

 

Espero que gostem das coisas esquisitas que toda a gente sempre faz, mas ninguém admite. 

Bom fim-de-semana a todos! 

 

Bom Carnaval a todos!

"Não sei de que é que me vou mascarar no Carnaval"

"Ficas bem com a máscara que estás a usar"

 

E quantas vezes já ouvimos frases parecidas com estas entre familiares ou amigos? Muitas. A verdade é que isto já não tem graça nenhuma e com o passar dos anos ainda menos graça tem. Desculpem, meus queridos amigos, não consigo gostar do Carnaval. Não o odeio como odeio o Halloween. Consigo suportar, mas não o festejo.

Confesso que nunca passei o Carnaval na lendária Torres Vedras ou em Ovar ou até no nosso querido irmão Rio de Janeiro. E talvez, mas só talvez, se fosse ao Rio nesta altura até era capaz de sambar um bocadinho no meio de toda aquela confusão para entrar no espírito. Mas só no Rio de Janeiro, porque é o Rio de Janeiro... e lá faz sentido andarem quase nus nesta altura do ano porque está calor para isso. Agora cá em Portugal? Estão basicamente -2 graus e as bailarinas andam seminuas na rua a desfilar. Onde é que está a graça disso? Quase que morrem de hipotermia e achamos uma graça? Não consigo compreender. 

No entanto, se tivesse mesmo de escolher um sítio para passar o Carnaval, escolheria Veneza. Esta cidade tem um je ne sais quoi de artístico e tradição, que eu tanto adoro e admiro. Gostava mesmo de vestir aqueles trajes clássicos e renascentistas, usar aquelas máscaras que vemos sempre à venda quando vamos a Veneza (quem souber o nome que me diga), participar no desfile da Piazza de San Marco e fazer a festa por aquelas ruas lindíssimas, pelas quais me apaixonei quando lá estive.

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E depois ainda vem aquele amigo "então? o que é que vais fazer no Carnaval?" e tu só consegues pensar em mandar-lhe com um martelo à testa, mas respondes "vou ficar no meu sofá a ver Harry Potter, está frio, não quero constipar".

 

Mas o bom de tudo isto é que é feriado e a semana fica mais pequena por isso. Aproveitem!

Bom Carnaval a todos!

5 coisas boas por semana - TAG

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 Quem me dá chocolate, dá-me tudo. Por isso, sempre que vou a um sítio novo, que tenha chocolate... é a primeira coisa que peço. Esta semana não foi exceção. Estive em Famalicão e adivinhem? Pedi estas preciosidade. Chocolate preto e banana. Não sou fã de chocolate preto, mas adorei a combinação.

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 Fui arranjar as unhas. Estão aquela cor "bordô avermelhada" muito chique, que eu tanto adoro.

 Comprei um carregador novo para o meu computador. Até parece ser uma coisa má, "tive de gastar dinheiro e tal", mas não é. O meu carregador já estava a dar as últimas há muito tempo, já nem me carregava o computador em condições. 

 Comecei um mini-curso de "Marketing Digital". Está a ser muito bom! Quero continuar e fazer mais uns quantos.

 Comecei a decorar a minha "biblioteca" cá em casa. Quando estiver pronta mostro tudo!

 

Espero que a vossa semana tenha sido hiper-mega-fantabulástica. E que a próxima semana seja ainda melhor!

Desafio 52 semanas | Semana 6

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Semana 6: Os super poderes que eu gostaria de ter se fosse um super herói seriam…

 

Esta semana vou ser muito cliché, eu sei.

 

 Super Velocidade

Uma das minhas séries preferidas é Flash. Por isso, obviamente, que o primeiro super poder que tinha de constar nesta minha lista é: a super velocidade. Imaginem o que era... não perderem tempo em filas de trânsito? Ou limpar a casa toda em segundos? Ou visitar a Austrália e voltar para Portugal no mesmo dia? Era o meu sonho. "My name is Daniela and I am the fastest human alive".

 

 Invisibilidade

Ja viram o que era estarem num sítio sem que ninguém soubesse que vocês estão lá? Este super poder é quase como aquela expressão "quem me dera ser mosca para saber o que está a acontecer ali dentro". Podiam saber os segredos mais bem escondidos, como o código de um cofre de uma pessoa podre de rica. Da minha parte... usava-o para ver o Channing Tatum a tomar banho. 

 

 Ouvir/Ler pensamentos

Este confesso que é um dos super poderes que adorava e não adorava ter ao mesmo tempo. Já viram o que era estarem numa conversa com alguém e essa pessoa começar a insultar-vos mentalmente? Não podíamos falar com quase ninguém, porque quase toda a gente tem uma opinião menos positiva sobre alguém, por mais miníma que seja. Mas tinha sido giro para os tempos de escola, para o trabalho, para sermos sempre os melhores no que quer que fosse. 

 

 Magia

Mas tinha de ser no universo do Harry Potter. Queria ser uma Hermione Granger ou Ginny Wesley.

 

E vocês? Que super poderes mais gostam? Contem tudo.

Bom fim-de-semana 

Crónicas de uma leitora | Turtles All The Way Down

Sou uma apaixonada pelos livros do John Green. Já li tudo dele, desde "A Culpa É Das Estrelas" e "À Procura de Alaska" passado por "Cidades de Papel" ou o "Teorema de Katherine". E nunca pensei que ia voltar a ler alguma coisa dele tão cedo. Mas foi um prazer voltar a estar perante a sua escrita. O John Green é extramamente talentoso. Depois do sucesso do livro "A Culpa É Das Estrelas", que foi o primeiro livro que li do autor (como quase todas as pessoas), é difícil imaginar outro livro que tenha tanto destaque como esse. No entanto, o meu favorito sempre foi o "À Procura de Alaska". E, apesar, de eu não me ter rendido a todos os livros do John Green, nem ter gostado de todos da mesma maneira, estava nervosa quanto a este livro. Mas eu adorei e estou tão contente por ter adorado tanto! É, definitivamente, o meu livro favorito sobre doenças mentais. 

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"Turtles All The Way Down" foi lançado em Outubro de 2017. Em português chama-se "Mil Vezes Adeus" e saiu em Novembro do ano passado. Já agora, eu ao início não percebia de todo o título, mais valia terem traduzido à letra, mas depois a editora lá explicou que era porque a protagonista ia dizendo "adeus" a muita coisa ao longo do livro. E apesar de ter gostado desta explicação, só realmente se percebe isso mais no fim do livro. Por isso é que às vezes é melhor descomplicar, está bem editoras em Portugal? Agradecida.

A história centra-se em Aza Holmes, uma miúda de 16 anos, com um transtorno obessivo compulsivo (TOC), que com a ajuda da sua aventureira amiga, Daisy, tentam encontrar o bilionário fugitivo, Russell Pickett.

 

Acho que o que diferencia o John Green e que faz dele um pioneiro do género "Young Adult", é o facto de ele não desvalorizar os adolescentes, nem os categorizar como incultos devido aos seus cérebros em desenvolvimento. Ele é capaz de reconhecer que os jovens são capazes de compreender conceitos complexos. Isto pode parecer muito óbvio, mas muitas vezes os psicólogos e professores tentam enfatizar o facto de que temos de usar a linguagem mais simples possível, de modo a que os jovens adolescentes possam entender uma determinada mensagem, mas isso não é verdade. Os adolescentes não são nenhuns burros. Por estas e por outras é que, nos dias de hoje, vemos os jovens cada vez mais malcriados e sem educação alguma, porque os tratam como se fossem criançinhas que ainda andam na pré-primária. 

Por isso, é que todos os personagens que John Green cria são relacionáveis. A Aza é uma personagem com quem nos relacionamos por causa das suas lutas de ansiedade. A maneira como John Green descreve as experiências dela com a ansiedade foi tão intensa. Ele tem sempre uma maneira de encontrar as palavras perfeitas para descrever o que parece indescritível. Vê-lo a usar certas metáforas em relação às doenças mentais foi fascinante. Eu acho, realmente, que se algum de vocês tiver sofrido ou sofre de alguma doença mental, vocês vão adorar a forma como ele escreve sobre este assunto.

 

Eu achei este livro muito diferente dos outros do John Green. Num bom sentido. Normalmente, os livros dele têm como ponto principal o romance, mas aqui o romance está um bocadinho de lado. Não quer dizer que não haja romance, ele está lá, não é apenas o tema principal. O tema principal é mesmo a saúde mental da Aza e a forma como ela vai lidando com os obstáculos que aparecem na vida.

A frase que destaco é: "Spirals grow infinitely small the farther you follow them inwardbut they also grow infinitely large the farther you follow them out".

No geral, fiquei mesmo contente com o regresso do John Green ao mundo do "Young Adult". E eu mal posso esperar para ler o próximo livro (porque espero realmente que existam planos futuros)!

 

P.S.: Peço muita desculpa por isto ter ficado enorme, mas quando uma pessoa começa a falar de alguma coisa que gosta não se cala. Obrigada aos resistentes que leram isto até ao fim. Bons sonhos.

Daquelas coisas #6 | Não dás o pisca?

*Conversa dentro do carro*

- Então? Mas não dás pisca quando sais da rotunda?

- Olha que deixem de ser cuscos. Ninguém precisa de saber para onde vou...

 

Até tem a sua piada, mas não façam isso.

Para quem não sabe, os piscas são umas luzinhas intermitentes que existem, normalmente, na parte da frente, lateral e traseira dos nossos carros. E existem de ambos os lados, é verdade! Ele não se lembra e liga-se sozinho... os condutores é que o têm de ligar. 

Eu vejo o "pisca" como uma forma de "falar" com os outros condutores no trânsito: "Vou fazer isto, vê lá se começas a travar pá". Não faz mal nenhum antes de fazerem alguma manobra, que a sinalizem. Ninguém adivinha o que ai na vossa cabeça, amigos. Acho que se todos "falássemos" um bocadinho ao volante, muitos acidentes eram evitados. Cumpram as regras de trânsito. É por estas e por outras que o meu pai já mandou uns quatro carros para a sucata!

Juízo! 

5 coisas boas por semana - TAG

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Fátima lançou um desafio mesmo muito interessante. O que seria se podessemos fazer uma retrospetiva da nossa semana, mas só das coisas boas? Obviamente que a vida é feitas de altos e baixos e nem todos podemos estar todas as semanas de férias no Dubai ou em Nova Iorque, mas vão acontecendo coisas ao longo da nossa semana que nos fazem mais felizes e realizados. É isso que esta TAG quer transmitir. Achei uma ideia tão gira que aqui estou eu, pronta para vos revelar como foi a parte boa da minha semana.

 

 Comecei a planear uma viagem que quase de certeza vai ser maravilhosa. Querido Açores, me espera!

 Estou a fazer uma espécie de biblioteca cá em casa para organizar "as centenas" de livros que tenho e já está quase toda remodelada. Só falta decorar...

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(Inspiração: Pinterest)

 

 Recebi umas coisas de uma encomenda que fiz online e gostei tanto de tudo! Sabem que às vezes ficamos um bocadinho reticentes quanto a encomendar online, como todas as pessoas já tive experiências boas e experiências más e, por acaso, esta semana correu bem. 

 Comecei a ler o livro "O Amor nos Tempos de Cólera" do incrível Gabriel García Márquez.

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 Fui ver o Dylan O'Brien ao cinema!!! Quer dizer, fui ver o Maze Runner ao cinema. Desculpem, obviamente uma pessoa vai ver o filme, não só uma pessoa. Mas sim, sou uma fã assumidíssima do Dylan O'Brien. Juro que não tenho 13 anos, mas não consigo deixar de gostar daquele rapaz. Já agora: o filme é muito bom também!!!

 

E para a semana há mais! Boa semana para todos

Mais sobre mim

Chamo-me Daniela. Pertenço ao grupo das pessoas que não gostam do primeiro nome. Tenho 23 anos.

Ainda não sou casada e não tenho filhos. Gostava de dizer que tenho três ou quatro discos de platina, mas não gosto de mentir.

Esta sou eu e este é o meu blog.

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